segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

2016 chegando!

Que neste ano, seus objetivos sejam marcados com um OK na frente! Boas festas!

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

FELIZ NATAL

"Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o governo estará sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro; Deus forte; Pai Eterno; Príncipe da paz." (Isaías 9:6)

Esse é o verdadeiro sentido do Natal: O nascimento de Jesus Cristo, nosso Salvador!


terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Eu quero ou preciso?

Estava no supermercado fazendo compras, andando e verificando corredor por corredor os itens que estavam em oferta. Na verdade quando vou comprar, gasto mais tempo procurando o que deve estar faltando em casa do que comprando aquilo que já sei que acabou.
Eu não tenho mais stress no supermercado como antes, afinal de contas aprendi a fazer dali o meu passeio a paisana. Não posso esquecer de mencionar que aparece uma pequena agitação ou nervosismo, quando o operador de caixa parece mais estar na praia tomando água de côco do que passando os itens no leitor de código de barras.

E foi exatamente nesse ambiente de compras que chegamos ao corredor de brinquedos, minha filha puxou-me pelo braço com uma força de uma criança de dez anos sendo que ela tem apenas três de idade... O que me impressionou não foi a forma de tentar me puxar para o corredor, mas o argumento que usou para me levar até lá. Disse de forma séria e direta: "Eu preciso de uma bola, eu preciso!".

A verdade é que no quarto dela existiam pelo menos duas bolas, e a necessidade de mais uma era puro argumento. Ela não precisava de uma bola, ela queria outra bola... E foi aí que fiquei pensando... Nós temos duas inquietações na vida: Aquilo que precisamos e aquilo que queremos.

O ser humano precisa de uma vestimenta...
Mas pode querer uma camisa de marca.
O ser humano precisa de alimento...
Mas pode querer um rodízio na churrascaria ao invés de um P.F (prato feito).
O ser humano precisa de um emprego...
Mas pode querer trabalhar em uma grande empresa.
O ser humano precisa de afeto...
Mas pode querer se aventurar em qualquer relacionamento.
O ser humano precisa de amizades...
Mas pode querer se destacar nas conversas de roda amigo.
O ser humano precisa de recursos...
Mas quer algo mais, dominado pela ganância.
O ser humano precisa sentir-se bem...
Mas quer ostentar uma vida inalcançável ainda que por algum tempo.
O ser humano precisa de paz...
Mas quer tirar a do outro primeiro antes de ter a sua.

Nossa ansiedade gira em torno de tudo que precisamos, mas a volta é reforçada em torno do que queremos. A capacidade do homem não pode ser medida quando o assunto é alcançar objetivos, atingir metas ou sonhos. Tudo seria mais agradável caso pesássemos na balança da vida o que tem mais valia, se é o que queremos ou o que precisamos. Faça a diferença neste próximo ano, aproveite que os calendários vão iniciar com o número 2.016 e tenha o objetivo de separar aquilo que precisa e aquilo que quer. É muito simples, as coisas que eu quero são na maioria das vezes para meu próprio ego ou prazer. Aquilo que eu preciso é combustível para prosseguir, é a minha porção diária.

domingo, 15 de novembro de 2015

Estás mesmo preocupado?

No dia 05 de Novembro, duas barragens de uma mineradora se romperam e com isso foi despejado naquela cidade todos os rejeitos sólidos envolvidos com lama; mais de cento e vinte casas foram destruídas, matando pessoas e deixando outras dezenas desaparecidas. As consequências são devastadoras.

No dia  13 do mesmo mês (sexta feira 13); Paris foi alvo de atentados em que mais de cem pessoas morreram. Luto e dor naquele país, permanecem habitando junto deles.

Queria apenas entender o ser humano: Será que se comove com isto? Será que realmente ficam chocados com a barbaridade e com a tragédia? Ou são um bando de "vai que eu vou atrás"? 

Redes sociais agora tem estampas com as cores da França, em forma de apoio às vítimas que sofrem...
Postagens bonitas, humanas, até inacreditáveis... Mas para os seres vivos do mesmo estado, estes que restaram da catástrofe, não recebem nenhum tipo de homenagem ou apoio...
Vou me preocupar com o pessoal de Paris, é mais chique...
Lá em Mariana-MG as coisas devem estar se normalizando...
Desinformado, leia ao menos o jornal, se é que o aplicativo WhatsApp deixa você ao menos se informar.

Se as redes sociais tivessem um sistema que rastreasse pensamentos e intenções do coração teríamos postagens assim:

"Na realidade não sei nem aonde é Mariana, mas o estrago foi feio. Sinceramente não importo, não foi comigo."

"Esses aí de Paris, fizeram por merecimento, rezando não estavam, basta lembrar das charges do cartunista francês."

O contrário de bem é mal, o contrário de bom é mau, o contrário de amor é indiferença... Mas pode postar para ficar bonito.


quarta-feira, 27 de maio de 2015

Golpe de mestre.

Não sei dizer o que acontece fisiologicamente quando uma pessoa está ansiosa; certamente um turbilhão de emoções atravessam o corpo de uma pessoa quando se está assim. Eu não sou médico, nem estou cursando enfermagem, porém as sensações de desandar o estômago no momento da ansiedade é bem característico e normal.

O telefone estava no bolso direito da calça como de costume e no modo "silencioso" devido a uma reunião matinal, acontece que deixei o aparelho neste modo até a tarde. Quando o sol já "estralava" na minha nuca branca, pensei que talvez alguém tivesse me ligado e resolvi dar uma olhada no aparelho... Nada de novidades, ninguém ligou, ninguém mandou SMS e muito menos deu aqueles toquinhos para lembrar que estão vivos; mas tudo bem, meu celular solitário e isento de chamadas estava até morno quando voltei para a posição "toque normal".

Uma coisa que acontece com frequência, é o fato de esperar uma ligação e ela não acontecer naquele período em que mais se olha no aparelho do que respiramos. Inacreditável... Vigiar o aparelho como se vigia um gato para não devorar o bife no prato, e o dito cujo permanecer calado, sem vibrar, sem tocar... É sempre assim, por fim o aparelho é devolvido para o bolso e a esperança entra no primeiro táxi que passa, te deixando na mão com as bagagens sem rodinhas.

Passaram-se alguns minutos, e repentinamente o aparelho toca... Puxar o celular do bolso com todo o cuidado para não rejeitar a chamada é praticamente uma cirurgia cardíaca. Necessário todo um preparo e um perfeito manuseio, ainda mais com esses touch screen do futuro. Eu bem que poderia puxar o aparelho de uma vez, porém se a ligação fosse rejeitada eu iria chorar, ainda mais se fosse a esperada ligação.
Alô? Atendemos o telefone como estivéssemos perguntando, e outros atendem como se estivéssemos acabando de passar por eles na praça: "Oi"...

Qual não foi a surpresa; a ligação esperada e tão sonhada acabava de acontecer ali, estávamos a sós: Eu e a tecla "atender", bem ao lado de "rejeitar". Não pense que sou apavorado, não pense que não tenho coordenação motora, pois nada de ruim aconteceu. Atendi o celular normalmente tentando não esboçar nenhuma reação de desespero com ansiedade; e no final ouvi a resposta que precisava para o meu projeto... Puxa vida, esperei tanto, Deus é bom!

Continuei trabalhando, mas a ansiedade começava a apoderar-se de meu estômago... Sei lá parece que levei um golpe de judô no estômago (judô também dá pancada?) ou parecia uma vontade mesmo de ir ao banheiro. Pulando esses detalhes, trabalhei o resto do dia, e fiquei sabendo que meu projeto estaria dando certo, tendo eu que estar em encontro marcado no outro dia de manhã cedo. Fiz o que pude, o que era para ser feito, não deixei tarefas para o dia com exceção o estudo de uma prova na quinta-feira... Mas... Vamos ver o que dá!

Duas horas da manhã, eu pensando em dormir e o sono deve estar chegando de Fusca (condução mais lenta que me veio a mente), ou quem sabe de ônibus mesmo. Só sei que mesmo sem sono, vou desligar o computador, escovar os dentes, fazer oração e esperar o nocaute da pestana me acertar em cheio defronte a face. Resumindo; de ansiedade para amanhã, estou acordado agora e sei que quando for a hora de levantar, vou ter tanto sono que será uma luta deixar minha cama. Tudo isso por que? Porque o Jefferson não deitou mais cedo para dormir... E por que não? Estava sem sono! Saiba que ficar acordado não te aproxima do outro dia, faz o anterior ficar maior e o próximo curto. Significa que vou estar com os olhos ardendo e louco pra dormir mais daqui a pouco, e ainda neste exato momento penso que estou sendo esperto em ficar acordado.

Se eu pudesse falar comigo amanhã cedo eu diria: "Você é muito iditota! Deveria ter dormido mais cedo, levantado e tomado um banho para trabalhar e para ir ao encontro do seu projeto realizado!" 
Mas eu agora estou dizendo a mim mesmo: "Mesmo você deitando cedo, iria rolar para todos os lados da cama, e só cairia em sono profundo lá pelas duas da madrugada."
Agora meu parecer real: "De todo jeito, amanhã vou me arrepender de ter dormido tarde, mas estarei motivado pelo meu encontro com meu projeto concretizado"
Uma coisa é certa, a sensação de areia de reboco estará passeando em seus globos oculares, bocejo um atrás do outro e aquela moleza estarão junto comigo e meu celular... E eu aqui pensando que dei um golpe de mestre por estar acordado. Acordar amanhã? Aonde vi isso? Na verdade acordei ontem; esse ontem não me viu dormir ainda. Estou dormindo hoje, que seria amanhã caso eu dormisse um dia antes...

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Raridades por onde passo VIII.

Andar pelas ruas e avistar relíquias são privilégios de amantes de carros, independente do lugar que estão estacionados.
Por estes dias, avistei um Ford Corcel I, modelo GT de cor verde em uma garagem de um sobrado, não perdi tempo, estiquei o braço e quase fiquei sem o celular. O aparelho quase caiu dentro da garagem, mas não saí de lá sem antes tirar algumas fotos do belíssimo Corcel GT.
Conversando com o vizinho, ele me disse que este carro foi vendido no ano de 2.009 para este atual morador, pelo valor de R$4.000,00.
Fiquei surpreendido ao saber do valor; mas meus olhos minaram lágrimas quando soube que o antigo proprietário era vizinho de um amigo meu... E o pior, ele tentou me falar sobre este carro, mas não conseguiu falar comigo, por causa da urgência da venda. Tirei a foto de um carro que poderia estar na minha garagem, mas no final saí com uma tremenda dor de barriga de tanto abalo emocional.

Outra vez, na oficina realizando reparos na parte elétrica do meu fusquinha, encontrei um outro Fusca aguardando atendimento. Estava com a pintura fosca, mas íntegro na sua originalidade. Apesar da aparência sem brilho, me chamou atenção por estar com seus itens originais e alinhado, unicamente com exceção do retrovisor externo (lado direito).

Quem hoje tem estes veículos, estão cultivando a cultura de manter em bom estado, e daqui a alguns anos, estes serão valiosíssimos, assim como outros modelos que hoje são relíquias.





terça-feira, 28 de abril de 2015

Cadê o autor?

Primeiro gostaria de saber aonde o senhor está, pois a sua despedida se deu no final do ano, inclusive desejando aos leitores "boas festas".
Caso apareça por aqui, saiba que precisa escrever com alguma frequência, senão os leitores irão pensar que este blog está abandonado, jogado às traças, como muitos outros por aí.
Continue a escrever, nem que seja uma vez por semana, ou então desligue a chave geral e volte a fazer o que estava fazendo!
Ass: leitor (não identificado)