sexta-feira, 28 de março de 2014

Meu primeiro Opala (1983).

GM Opala Comodoro - 1983
VENDE-SE Opala Comodoro 83 original - R$4.000,00 (SEGUNDO DONO) IMPERDÍVEL!

Isto aqui não é um carro a venda... Eu já arrematei este anúncio em 2.005 (risos)... E eu não estou tão velho quanto parece, diante de tantas fotos de carros que já tive. As postagens que escrevo sobre minhas experiências com carros como Fiat 147, Fusca, Corcel I, não estão sincronizadas com o tempo que realmente aconteceram, a sequência de um para o outro está certa; mas meu primeiro carro foi um Opala 83. Todos ficaram apaixonados no meu carrão, foi um carro que não me deixou na mão e ainda ganhei um "cascalho" quando revendi ele.

Em 2.005 em comprei meu primeiro carro. Junta dinheiro daqui, empréstimo dali, vendi outra coisa de cá e lá fui eu na casa de um senhor de idade buscar meu presente. Naquele ano eu juntei R$4.000,00 e comprei meu primeiro Opalão. Fiquei muito entusiasmado e fui muito feliz naquela compra. Se alguém pensou que era barato na época, respondo que para mim não. Eu ganhava cerca de um salário e meio e com os descontos eu recebia em média R$420,00. Era quase 10 salários, teria que juntar dinheiro o ano todo sem gastar quase nada. O salário mínimo em 2.005 era R$300,00.

Comprei sem levar em mecânico, o antigo dono era muito cuidadoso. Paguei e fui embora dirigindo. No mesmo dia lavei, encerei e guardei. Foi muito admirado por meus colegas e tive várias propostas para vender. A única pessoa que sentou no banco do motorista para dirigi-lo, além de mim, foi o meu pai. Eu continuava com o mesmo zelo do antigo dono.

Depois de quase nove meses, já tinha passeado, viajado, empurrado (acabou a gasolina na avenida a noite) e curtido bem o carrão. Eu tive outras prioridades e resolvi então abrir mão desta belezura para ter um teto para morar. Foi justamente o dinheiro do carro que comprei materiais para cobrir a casa: lage, madeira, telhado, mão de obra.

Vendi meu primeiro carro em menos de um mês, abaixo a contabilidade:
Opala 83 (custo)............................R$4.000,00
Lâmpada queimada........................R$      3,00
Total:............................................R$4.003,00

Opala 83 (venda)...........................R$4.250,00
Lucro:...........................................R$  247,00
A primeira foto de cima foi do celular, em seguida de uma câmera digital. E para meu querido Opala que foi vendido para fora do estado eu digo: "Eu sempre vou lembrar de você".

sábado, 22 de março de 2014

Inocentes pagam por pecadores.

No ano de 2009 eu trabalhava em uma empresa de transporte de passageiros. Vários acontecimentos marcaram a minha memória e eu não consegui deixar isso apagar da minha mente. Foram cerca de três anos neste ramo; vi e ouvi muita coisa que para mim foram engraçadas, tristes, preocupantes e marcantes. Vai ser a primeira vez que escrevo sobre minhas experiências profissionais neste blog, tanto é que já exerço outra profissão bem diferente desta que vou relatar. Faz mais de cinco anos que isto aconteceu, porém vou compartilhar com vocês do blog.

A ordem da empresa de transporte era não deixar embarcar no veículo pessoas que não tivessem condições de pagar a passagem; ou seja, carona estava proibido. Eu nunca fui de facilitar as coisas para os usuários daquele serviço, pois meu emprego é que estava em jogo. Tantos eram os funcionários que faziam suas "cortesias" aos passageiros que a direção da empresa contratou pessoas para fiscalizar o serviço. Embarcavam como usuários do transporte, mas na realidade anotavam e gravavam tudo o que acontecia no interior do veículo, desde o nível de humor do funcionário até o tipo de conversa que acontecia ali.

De semana em semana ouvia-se dizer que um funcionário foi demitido, por conta de apontamentos do tal funcionário disfarçado de passageiro. Eu trabalhava sozinho naquele veículo e para mim, qualquer um que entrava era um "fiscal-secreto". De tudo, o que mais impressionou-me foi o caso de uma senhora de mais ou menos 55 anos, e o caso de uma mãe que parecia ter uns 30 anos.

Lá estava eu fazendo o trajeto quando uma senhora de idade embarcou. Ela disse que estava com uma cédula de R$50,00. Como não era comum ter troco para aquela quantia, eu pedi para que a mesma aguardasse e quando fosse desembarcar, verificaria se teria troco suficiente. O fato se repetiu duas vezes por semana. Na terceira semana que a mesma bondosa senhora adentrou o veículo eu já alertei: Caso não tivesse dinheiro trocado, não poderia deixar ela permanecer e a mesma deveria embarcar em outro veículo, afinal, nunca teria troco para aquela nota de 50. A senhora ficou nervosa e disse que eu seria obrigado a devolver o troco para ela, então de um modo cortês, ignorei o nervosismo dela e continuei o percurso. Quando chegou a hora da "mala" desembarcar; (desculpe) quando chegou a hora da senhora de 55 anos desembarcar, eu disse a ela que já estava com o troco suficiente e que ela poderia fazer o pagamento. Logo ela: arregalou os olhos, olhou para a direita, para a esquerda, engoliu seco, coçou a barriga e começou a mexer em uma bolsa de couro. Fuçando daqui e dali... Nada de achar o dinheiro.

Querido leitor, ninguém esconde uma nota de 50 reais tão bem escondido a ponto de nunca mais achá-la. A verdade é que a senhora da bolsa de couro não tinha a tal da nota e andou de graça por alguns dias comigo e com toda a empresa. Olhei para os olhos dela e disse de forma educada: "Amanhã quando for entrar no veículo, favor entrar com o dinheiro na mão". Não sei o que houve mas acho que ela pegou a condução errada na volta para casa, porque nunca mais vi a bondosa e "honesta" senhora da bolsa de couro.

Estávamos na empresa em uma reunião quando foram citados os nomes de funcionários que trabalhavam conforme orientações da empresa. O meu nome estava lá e desde aquele dia em diante, dediquei mais a cumprir determinações dela. Neste dia foi falado sobre passageiros que embarcavam e desembarcavam, porém o dinheiro da passagem ia para o bolso do funcionário, ao invés de ir para o caixa da empresa. O tema da reunião foi sério e saímos de lá preocupados... Preocupados em sermos confundidos durante o trabalho, ou mal interpretado... Algum agente secreto da empresa entender algo errado, ou sei lá o quê...

Outro dia, mudança de setor. Fazendo o trajeto do outro lado da cidade, estava ainda para conhecer as pessoas que eram comuns ali diariamente. Certa parada para embarque de uma mulher que carregava uma criança de colo... A porta abriu, ela nem entrou. Com um pé no degrau e o outro na calçada, olhou para mim, tentando enxergar-me, pois o sol estava ofuscando suas vistas. Com uma mão segurando a criança em seu braço, agarrou no suporte da porta e disse: "Moço, eu estou sem dinheiro hoje, eu estou sozinha na cidade e preciso voltar para casa, você pode me levar? Por favor?".

Parecia um reality show. Dias antes acabava de participar de um assunto deste tipo de acontecimento e justamente, exatamente isto acabava de acontecer. Com uma mão no volante, estendi a minha outra mão no câmbio e disse para ela: "Não tem como!". Expliquei como era a norma da empresa e que estaria arriscando meu emprego caso fizesse conforme havia pedido. Naquela hora ela olhou para mim, desta vez enxergando-me bem e disse: "Me ajuda, por favor..."
Mais uma vez eu disse que não poderia levar ela sem pagar passagem.

Naquela hora pensei que teria algum agente secreto da empresa, admirando meu trabalho e anotando em seu relatório que eu não descumpri nenhuma regra da empresa. Depois acreditei que aquela mulher com criança era uma espécie de arapuca para me pegar e depois isto ser o motivo de uma demissão. Eu estava muito empolgado com a oportunidade que a empresa havia me concedido e não queria arriscar meu emprego por nada. Mais uma vez disse "não" e ameacei arrancar com o veículo. Os olhos dela, olharam nos meus e eu vi, lágrimas brotarem do canto dos olhos e ela tentando segurar. Aquela mulher com um filho nos braços chorava por que não poderia ser ajudada. Meu coração imediatamente despedaçou e eu fiquei sem saber o que fazer.

E se fosse mais uma pessoa usando de má fé, como aquela senhora da nota de 50 reais?
E se fosse uma espécie de "pega" para a empresa me testar e futuramente dispensar?
E se tivesse um fiscal disfarçado dentro do veículo?
E se fosse verdade aquela situação e o fiscal também estivesse presenciando?
Eu simplesmente disse assim: "Só se tiver alguém aqui que queira pagar sua passagem..."
Naquela mesma hora levantou do assento uma jovem estudante que pagou a passagem para ela.
Ela adentrou o veículo chorando e tentando esconder sua vergonha, e eu fechei a porta e conduzi os passageiros até o destino com a minha cabeça baixa, pois havia me sentido como um carrasco.

Eu nunca contei isto para alguém, afinal de contas seria tachado como um bruto, ignorante, sem sentimentos... Sei lá... Mas o tempo foi passando e logo todos os funcionários foram adaptando-se as exigências da empresa. Hoje, andando pelas ruas, vi algo parecido e me lembrei. Não me culpo por aquele dia, afinal estava trabalhando. Uma coisa percebi, pelo menos neste dia os "inocentes pagaram pelos pecadores".

quarta-feira, 19 de março de 2014

6, 5, 4, 3, 2, 1... verso


Cidade que cresce,
Movimento que não obedece,
Pessoa que ensoberbece,
Acreditando que se enobrece,
Quando resta-lhe só uma prece,
E o amor desaparece...

Cidade que se constrói,
Saúde que se destrói,
Orgulho que lhe corrói,
Aqui não existe herói,
A ferida é que lhe dói...

Cidade de lugar não silencioso,
Onde agita o ambicioso,
Que distrai o atencioso,
Que exclui o precioso...

Cidade desta geração,
Ficarás um dia na ilustração,
Alegando qual comparação...

Cidade, faz parte do universo,
Finalizo no único verso...

Cidade que vive e não percebe o outro morrer...

Observando todas as tardes: o movimento, a correria, o vai e vem de pessoas, a agitação da vida, a corrida dos objetivos, o "voar" dos automóveis... Percebi que aqui o ser humano é apenas um ator coadjuvante. As pessoas nem se olham mais, nem se percebem mais, nem vivem mais...

domingo, 16 de março de 2014

Parando pra pensar parece pouco. Deitando pra dormir parece tanto.


Sinto um aperto no peito, uma vontade de estar perto novamente...
As vezes parece insuportável, parece que vai explodir no peito...
Um dia, em relação ao mês, parece pouco, um dia sem você parece muito...
Dói muito, mas não é aquela dolorida, é aquela sufocante, maltratante...
Agora sei o quanto é importante esbarrar nossos olhares pela casa...
De agora em diante, se eu puder abraçar, beijar, sentir, olhar...
Estarei fazendo isso constantemente, pois não quero mais sentir...
Sentimento de "recordação melancólica de pessoa ausente, distante".

quarta-feira, 12 de março de 2014

Como trocar reparo da bomba de gasolina do Fusca 1.200?

Como trocar reparo da bomba de gasolina?
"Trocar reparo da bomba de gasolina?"
"Como trocar reparo da bomba de gasolina do fusca 1.200?"
"Dicas sobre a bomba de gasolina do fusca 1.200?"

Bem amigos, em breve vou postar aqui, passo a passo como tirar a bomba de gasolina do Fusca 1.200 e fazer a troca dos reparos: diafragma, etc...
Assim que eu tirar as fotos do procedimento, colocarei a postagem no ar. Espero que assim possa ajudar a quem deseja colocar as mãos na massa em casa mesmo. Vocês (interessados) não perdem por esperar! Aguardem.

segunda-feira, 10 de março de 2014

Testando o vinagre.

Um dia, na atividade de servente de pedreiro em uma construção, na modalidade "trabalhando coletivamente para lograr um fim" mais conhecido como mutirão, ouvi um deles dizer: "Eu já vou parar por aqui, meu joelho foi pro vinagre..." Ora, eu pensei que o vinagre só entrava em cena quando os coadjuvantes eram o tomate e a folha de alface. Estando inteiramente enganado, descobri nesta semana passada que ele não foi feito para ser colocado como tempero nas folhinhas, mas que existem outras finalidades.

Um Fusca 1.966 ainda permanecia com algumas capas sobre os seus bancos, um cuidado excessivo do antigo dono que resultou na preservação do estofamento. O banco do veículo não ficou intacto como ele queria, mas preservou parte dele. Como resultado de algumas décadas o forro branco deu uma escurecida e algumas partes ficaram encardidas. Quando tirei as capas não acreditei que estava diante de um material com quase meio século de vida, precisamente quarenta e oito anos...

Então, falando com os meus botões (e com os botões do painel do 66)  fiz algumas perguntas: "O que usar para limpar os bancos?" e "como desencardir bancos brancos?"...  Em seguida: "O que fazer para tirar mancha dos bancos?"... Confesso que o meu questionário ficou pronto e lá fui eu tentar resolver.

Bucha com sabão em pó, bucha com sabão de barra, pano com querosene, pano com detergente... nada adiantava da forma que eu precisava, mas quando interroguei a minha esposa ela me disse: "Vinagre"... Eu fiquei duvidoso, mas na hora não dei muito crédito, talvez se eu tivesse perguntado: "O que eu vou colocar para tirar a acidez da cebola?"... A resposta viria na medida certa.

Logo inventei umas desculpas esfarrapadas para ter que ir ao supermercado, afinal de contas como eu iria dizer que queria ir lá, só para comprar vinagre? Seria criticado até começarem os jogos da copa. Então dei um jeito e fui parar lá no corredor que tem condimentos, ao longe avistei meu querido companheiro "vinagre". Retornando para casa, tirei os bancos do fusquinha e lá fui eu na missão impossível de temperar o banco, quero dizer, limpar o estofamento.

Minha surpresa foi tamanha que não parei no primeiro, tirei todos eles e comecei a limpar parte por parte, e tamanha foi a minha satisfação que faltava apenas um banco, quando me lembrei que além do Fusca eu tenho um blog. Resolvi tirar uma foto do banco antes e depois do vinagre, para auxiliar alguém que queira dar uma desencardida no estofamento. Tenho certeza que faz efeito em qualquer tipo de napa, couro ou sintético.

E no final, faltando apenas uma parte para limpar, puxei a esponja mais rápido o que fez respingar vinagre no meu olho verde. O ardor foi tanto que pensei que tinha rasgado o globo ocular. Levantei apressadamente, demorei alguns segundos para achar a torneira da pia e enfiei cabeça no rumo da pia, para a água escorrer pelo olho. Ainda bem que eu estava na cozinha de casa, imagina se estou lá na garagem? Até achar a torneira lá no canto... Outra coisa, só um amante de Fusca, tira os bancos e limpa-os na cozinha de casa.

Depois que o olho parou de arder, desliguei a torneira e voltei para minha tarefa. Não conseguia piscar direito e a cada minuto lacrimejava mais, parecia que eu estava vendo um final de filme romântico... (não que eu chore em filmes românticos, só uma vez quase chorei, mas foi quase, segurei e não chorei, verdade). Quando terminei não acreditava como aqueles bancos encardidos ficaram diferentes, apenas na parte do tecido não limpei, pois o tecido estava  bem ressecado e poderia rasgar; mas a parte branca melhorou muito. Agora recomendo vinagre para limpar bancos de automóvel, pois sei por experiência própria que o vinagre limpa mesmo! Além de saber que o vinagre limpa manchas encardidas do tempo, aprendi que não é só a "pimenta nos olhos dos outros é refresco", mas o vinagre também. Logo abaixo foto do banco do Fusca antes de ser limpo com vinagre e depois de ser "temperado".

Banco do Fusca antes do vinagre: encardido.

Banco do Fusca depois de limpo com vinagre - (parte branca)

Os dois bancos depois de limpo com vinagre.

segunda-feira, 3 de março de 2014

Raridades por onde passo VI.

Exercendo o meu direito constitucional de ir e vir, quase sempre encontro carros da década de 60, 70 e 80 circulando normalmente pelas ruas da cidade onde moro, e também de outras cidades. Eu e meu inseparável celular, registramos imagens destes saudosos, que são guerreiros e continuam a rodar normalmente, graças aos cuidados de seus donos.

GM Chevrolet - Caravan 
Caravan... acredito ser do ano 1979, aparentemente reformada a pouco tempo. Estava estacionada na porta de uma residência em um bairro mais distante do centro da cidade. Rico em detalhes originais como frisos nos vidros, volante grande e fino, tampa do tanque cromada... As rodas também são originais neste ano de fabricação. Existem dois tipos de reforma: A reforma convencional e o restauro. O restauro fica muito mais caro, e poucos sabem esta arte. A reforma convencional já é feita por um funileiro e pintor sem grandes especialidades na área. De toda forma, é uma satisfação ver um carro desses passando diante dos olhos, ou até mesmo estacionado.

GM Chevrolet - Veraneio


GM Chevrolet - Veraneio

Este carro sobreviveu até a década de 80, dando lugar a outros utilitários que na época eram mais modernos. Com o seu motor de seis cilindros, seu consumo na cidade era em torno de quatro quilômetros por litro de gasolina, e o consumo na estrada chegaria aos cinco quilômetros. Tudo dependia do pé do condutor e também do braço, afinal de contas para girar o volante todo de um lado para o outro era necessário umas seis voltas. Esta raridade estava estacionada em uma entrada de Supermercado, e sua lata é impecável.

O passat era tido como um carro mais estável pelo fabricante pois seu motor era montado um pouco mais a frente do eixo dianteiro, o que segundo eles, davam mais aderência dos pneus ao solo. Este Passat, estava estacionado em frente a um comércio, eu não resisti novamente e tive que registrar esta imagem. Conversando com o proprietário, ele disse que o carro sempre foi da família. Realmente o zelo conta muito.

VW - Passat 1978

VW - Passat 78 original

VW - Passat 78 original

E continuando as andanças, vi também estacionado em um hipermercado, outra raridade. Cada dia vemos menos deles circulando, e os que ainda persistem, se cruzar meu caminho vão parar aqui... Pelo menos a foto. Entre carros mais novos, o Opala não faz feio. Pelo menos para mim. Gosto é gosto, não é mesmo?!

GM Chevrolet - Opala 1979

GM Chevrolet - Opala 79

Lá do alto da casa do meu irmão, vi um fusquinha parado. Não tinha como não por a mão no bolso e tirar a foto, antes que o dono saísse com ele. Este também é rico em detalhes originais de fábrica. Esse modelo saiu entre 1968 à 1969. No entanto, em 1970,  foram produzidos dois modelos diferentes de Fusca. Sendo o modelo parecido com este chamado de "70 primeira série" ou "primeira edição", e outro modelo diferente chamado de "segunda série/edição".
Qual a diferença do Fusca 70 primeira série e o segunda série?
Na segunda série, mudou bastantes detalhes em relação ao primeiro como por exemplo: para-lamas, retrovisor interno, para-choque, lanternas, tampa do motor... Foram mudanças extremamente visíveis, não tem como confundir.
VW - Fusca original

E para finalizar o "Raridades por onde passo", postagem de nº 6, com chave de ouro... Uma raridade especial! Durante uma viagem, parei em um posto de combustível, adentrei o restaurante e repentinamente meu coração disparou, o calafrio na espinha apareceu... Eu nem acreditava no que estava dentro daquele lugar. Um Chevrolet Bel Air de 1.953. Até a placa é personalizada. Muito lindo este modelo, merece todo o destaque no restaurante e aqui também!
Chevrolet Bel Air - 1953

Chevrolet Bel Air 53

Chevrolet Bel Air - ano 53