quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Aconchegado no cantinho.

Tem a oportunidade de acordar cedo e aproveitar o dia de folga e dorme até o meio-dia.

Tem a chance de passar uma boa parte do dia ao lado de familiares e amigos e prefere assistir televisão.

Tem o instante em que bate a saudade do ente querido distante, mas pega o telefone e olhando para as teclas, acaba por ignorar a ligação.

Tem o momento em que lembra de algo para ser feito em casa, consertado, reparado, substituído; mas o único movimento que acontece é o esticar dos braços no gesto espreguiçante de mais um sinal de cansaço.

Tem a ocasião do bate-papo com a esposa na mesa da cozinha, mas o mais simples de fazer é encurtar os comentários para que não seja necessário entrar em assuntos longos.

Tem a probabilidade de ser mais isolado do mundo interno e externo quem assim está vivendo, não sabendo que o viver não é o respirar, o pulsar do coração somente, mas o interagir, o comunicar, o retribuir próximo a tudo que está em volta de nós.

Tem a possibilidade de repensar um candidato... Nem lembra...
Do síndico...
Do representante do bairro...
Do vereador...
Do prefeito...
Do governador...
Do deputado...
Do senador...
Do presidente...

Enfim, tem a oportunidade, a chance, o instante, o momento, a ocasião, a probabilidade e a possibilidade de fazer algo...
Mas o mais cômodo é aceitar o momento real.
Comodismo... Está segurando com unhas e dentes o verdadeiro progresso do ser, do estar. Afinal de contas, o que parece ser mais conveniente para um, nem sempre é para o outro. Já que não muda nada, deve ficar mais barato mudar a si mesmo. Mas fazendo uma forcinha para mudar o que deve ser mudado. "Para quem sabe ler... Um pingo é letra."

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Flagrando o dia.

Acordo pela manhã, espreguiçando e buscando forças para levantar-me da cama, afinal de contas passar a noite inteira deitado em sono profundo é bem mais relaxante do que colocar os pés no chão gelado em busca do par de chinelos.

Eu sei que basta o primeiro passo em direção ao dia que outros passos virão na sequência. E assim vai a manhã, logo vem a tarde e repentinamente o sol vai embora, dando lugar a iluminação da lua e das estrelas.

O que me impressiona é que não tem como segurar o tempo, o dia, o período em que estamos contracenando com o mundo, pois logo com hora marcada virá a noite que nos impossibilitará de continuarmos com o trabalho, projetos e outras coisas mais. A noite nos mostra que o dia findou e que o cansaço está com os minutos marcados, assim que chegar a doce hora do repouso.

Impressionante como a noite passa ligeiramente, muito mais rápido que o meu dia, e eu já me vejo levantando novamente para mais uma lida. Embalado no vácuo da tarde, vem o início da noite que já me faz deixar os chinelos à beira da cama, para que eu possa procurar com os meus pés, logo pela manhã assim que eu espreguiçar.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Tentando entender.

Não vá achar que sou uma pessoa complicada, muito pelo contrário, tento ser o mais simples possível para entender os outros aqui por perto, acontece que de tanto tentar compreender, esgota-se o suprimento de compreensão e só me resta olhar para tudo isso e ficar sem entender "nadica de nada".

Que as pessoas tenham seus gostos, particularidades, ideias, vícios, vontades, costumes e manias; tudo bem... Mas, por mais que essas coisas são de responsabilidade de cada um, ou seja, aquela frase famosa de que ninguém tem nada com a vida de ninguém, eu mesmo não sou obrigado a suportar todas as baboseiras que meu "vizinho" quer falar...

Gosta de música? De roupas? Penteados? Gírias? Trejeitos? Comidas? Bebidas? Manias? Etc...
Que cada um tenha suas preferências isso é bem verdade, mas como posso sobreviver em um lugar em que o outro quer me ingressar na família dele? Como posso conviver com aquele que deseja me agregar em "seu ecossistema"? É de bater a palma da mão na cara e esfregar a face de tanto incômodo que me pressiona.

Veja bem, pense comigo: O "Zezin" gosta muito de ouvir um estilo de música, talvez por suas palavras aceleradas, lerdas, ou baixo calão; mas aí o "Zé" nem tem noção do que está ouvindo, mas gosta e faz questão de deixar o próprio aparelho celular tocando em volume alto aquela música... Se é que pode ser considerada música. Bem; parando para ouvir a letra, para entender o que há de tão legal naquele batidão, percebi que existem frases obscenas que retratam a podridão de relacionamentos sexuais ilícitos. Música que fala em traição explícita, da desvalorização da mulher, do homem, da família e da sociedade. O que estamos vivendo? Será que é isso mesmo? Será que eles não conseguem ouvir a letra? Ouvem somente as pancadas de seus sons potentes com aqueles tons graves trepidando as placas do automóvel. E mais, além do celular, tem a caixa que toca mp3, e os famosos porta malas abertos com apenas alguns centímetros dando vazão ao barulho, anormal, sem sentido e de letra imunda.

Mulheres usando roupas depravadas e sendo motivo de próprio destrato por parte de homens, roupas que seriam para dar elegância ao cobrir a nudez, simplesmente estampam a falta de valorização do próprio ser, do próprio corpo; este sendo a única coisa que se pode dizer que é propriedade. Mas a tal ilusória propriedade, passa a ser área pública daqueles que nunca vão valorizá-las como pessoa, como mulher, como mãe, como um ser humano digno de respeito.

Linguajar improvisado, descuidado, despreparado, e além de tudo passa a ser admirado por aqueles que também substituem palavras por seus "apelidos" no meio que vivem. Passam a dizer palavras vulgares e o costume de xingar muito durante uma conversa é ponto positivo na rodinha de prosa. Daqui a pouco precisará de um novo dicionário para entendermos a gíria destes que sentem-se orgulhosos por falar assim, em uma frase de dez palavras, seis delas são gírias.

Como o ser humano pode mudar tanto assim? Como pode uma pessoa ser criada, alfabetizada e mesmo depois disso criar seus próprios "dialetos" do "mundinho" deles. Como pode começar a fazer tudo que bem entender e no final quase obrigar o outro a participar dos costumes e dos gostos particulares? O ser chamado homem, abrangendo a todos, acredita que quando cria um estilo, atrai admiradores para si. Ser o ignorante, o bruto, o machão, o pegador... Pensa que atrai sobre si grandes vantagens... A mulher que não preserva a si mesmo, pensa que terá a juventude toda pela frente sem haver nenhum déficit em sua beleza longa e duradoura; acaba jogando pelo ralo toda a sua oportunidade de estar ao lado de uma pessoa que possa ajudá-la a caminhar, formando família, e reestruturando a base chamada sociedade.

Dizem que o ser humano é dotado de raciocínio, diferente dos animais. Engraçado, pois animais não perturbam uns aos outros na intenção de demonstrar o que tem, o que é, ou que gosta. Animais não se desprezam mutuamente na ousadia de ser superior ao outro. Animais não se destroem simplesmente pelo ato de curtir um prazer, um momento ou um vício. Animais não se ofendem pelo momento de descuido... Animais não fazem um monte de coisas que nós fazemos, e olha que são irracionais. Colocando tudo em uma grande balança, em que de um lado está os irracionais e do outro os chamados pessoas racionais; de qual lado o peso do que tem que ser justo, integro, correto e de paz irá prevalecer? 

domingo, 22 de junho de 2014

Raridades por onde passo VII.

As imagens abaixo tem total direito de usufruir do título acima, embora seja cada vez mais raro encontrar veículos da década de 80, 70, 60, 50; nesta oportunidade desde a última postagem eu me deparei com saudosos da década de 20. Isso mesmo! O primeiro veículo que teve sua imagem registrada foi um Fiat 147 da década de 70, em seu bonito estado podemos perceber que passou por uma reforma, mas que manteve seus traços originais como por exemplo as rodas. E o zelo permanece, tem até um papelão protegendo o painel contra os raios solares.



Logo após isto, trabalhando alguns dias em outra cidade estava a caminho do trabalho quando repentinamente no semáforo parou uma raridade muito brava. Tratava-se de um Dodge Dart. A única reação que tive foi arrancar o celular do bolso e registrar a imagem. Quando o semáforo abriu, ficou apenas o vácuo. Bela raridade em Belo Horizonte...

E como tudo é muito rápido, (não como o Dodge acima) a única oportunidade que tive também foi pegar o mesmo celular e registrar a imagem de um Fusquinha. Peço desculpa pela instabilidade da imagem, mas é que andando de moto e com um celular na mão enquanto o trânsito flui é uma coisa meio que de malabarista, e com todo zelo para o aparelho não cair no chão. Acredito que é um Fusca que foi remodelado, pois ao passar por ele, notei que o interior não era muito parecido como o Fusca da década de 50. Mas tudo bem, ficou legal esse remodelado para 1950.

Depois que encostei no primeiro Bel Air 1953 da minha vida, apareceu o segundo. Eu seguia por uma avenida quando reparei o saudoso e lindo Chevrolet 56 na intenção de fazer uma conversão, quando pensei que seria um belo momento para agir como um paparazzo de carros antigos, aquela raridade entrou dentro do posto de combustível para abastecer, foi exatamente aí que eu fiz um retorno proibido (nunca repitam isto, não foi feito por profissional, foi mais pelo desespero) entrando também naquele lugar. Era um Bel Air 1956 de um único proprietário e mantinha seus detalhes riquíssimos de época. Não demorou muito e apareceu tudo quanto é ser humano com seus celulares, smartphones, tablets, câmera digital, etc e tal... E as fotos "comiam na arta". Mas eu que fui o primeiro a dar um de pidão e pedir autorização para fotografar. Saí satisfeito...

E para deixar o coração a mil por hora, encontrei este Ford que deve ser da década de 40 estacionado em um lugar que faz jus ao seu estado.

Quando eu pensei que tinha visto de tudo na minha querida cidade, arregalei os olhos e senti vontade de ir ao banheiro quando no estacionamento do supermercado encontrei um Ford 1929 com sua placa preta. Um veículo digno de ser colocado com destaque e fechado com chave de ouro nesta postagem, são mesmo, raridades por onde passo.


quinta-feira, 22 de maio de 2014

O vão vazio do oco.

O título parece algo exagerado, um excesso de explicação... Mas aconteceu o seguinte por estes dias:
Atravessando a rua, somente senti o susto de parecer que algo estava afundando... Era uma parte da calçada que estava aparentemente bonita, mas aos olhares mais profundos notei que a parte de baixo dela não existia, era algo oco.
Tornei a olhar para o lado daquela calçada e vi que o imóvel era chamativo e o piso do passeio também. De nada adiantava, sendo que parte daquele passeio não possuía estrutura para sustentar o piso.
Na realidade eu pareço às vezes com um gato que, assustado dá um pulo esquivando-se do perigo e pronto! Não machuquei, nem caí de cara no chão, apenas aquela desequilibrada equilibrada... 
Eu olhei uma terceira vez para aquele pedaço de chão que tinha fino acabamento por cima e um interior predominantemente vazio, não quis ofender a calçada, nem muito menos denegrir sua imagem, afinal de contas aquele piso oco era apenas mais um "algo oco" naquele bairro... Naquela cidade... Naquele país... Neste mundo. Pessoas lindas exteriormente, que não tem nada de bom por dentro são simplesmente para mim aquela calçada...

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Trocando reparo da bomba de gasolina Fusca 1.200 (1966).

Quando o mecânico girou a chave, o carro funcionou de imediato, porém com o passar dos segundos parecia que faltava gasolina no carburador. Colocamos um carburador de outro Fusca e nada... Tudo dava a entender que a bomba de gasolina acabava de deixar-nos.

Lá vai o Jefferson desesperado ligando em tudo quanto é loja de peças para saber se tinha a bomba de gasolina do Fusca 1.200 e qual não foi a surpresa...
Bomba de gasolina do Fusca 1.300........................R$34,90.
Bomba de gasolina do Fusca 1.200................. estoque indisponível.
Bomba de gasolina do Fusca 1.200 na internet.......R$280,00.

Depois de conversar com o mecânico, percebi que o mesmo estava desanimado para trocar o reparo da bomba de gasolina e disse-me que o mais correto a ser feito era comprar outra nova. Então, eu fui pesquisar, guardamos o Fusquinha e começaram as buscas.

Encontrei o reparo da bomba de gasolina por R$69,00 em um site de compras. O produto chegou em menos de uma semana e eu resolvi pôr a mão na massa. Perguntei para o mecânico como faria, e então comecei os preparativos para a "cirurgia" no meu Fusquinha 66.
Você vai ver agora, como fiz para ressuscitar a bomba de gasolina do meu "66"...
Fiz a compra do "Reparo da bomba de gasolina Fusca 1.200" que é composto por algumas peças que você vai ver logo abaixo:
Kit reparo da bomba de gasolina Fusca 1.200
Em 99% dos casos, quando a bomba de gasolina para de funcionar, ou apresenta defeito, é justamente o diafragma que precisa ser trocado. O diafragma é esta peça de metal com uma espécie de borracha/couro em volta com seis furos. As outras partes como molas e acionadores, geralmente não precisam ser trocadas.
No meu caso, eu coloquei a mola espiral grande nova no lugar da original e a pressão ficou dificultosa ao acionar com a mão, diferente da situação quando estava a mola original. Então optei em deixar todas as peças da bomba, substituindo apenas o diafragma. Abaixo veja a ilustração de como é a bomba de gasolina.
ilustração da bomba de gasolina fusca 1200
Acima você está vendo a peça, justamente como ela é. Quando retirada do seu local, ela sai por inteira conforme a imagem acima. Para retirar a bomba de gasolina do lugar dela, você precisa usar uma chave 13 conforme a imagem abaixo. Ela precisa também ter esta curvatura para que você consiga girar o parafuso que prende a bomba de combustível em seu lugar.
Chave 13.
Com esta chave, ficou ainda um pouco complicado retirar a bomba de gasolina do seu local, então eu fiz uso de uma chave (do qual não sei o nome correto) diferente. Eu tirei uma foto dela para que você saiba qual chave eu usei, e que deu bom resultado na hora de desapertar os parafusos e apertar também.
chave 13 com encaixe móvel.
Depois que eu retirei a bomba de gasolina do lugar, eu lavei ela por completo com bastante querosene (você pode usar gasolina se preferir) em seguida dei uma polida com esponja de aço (bombril) para dar um melhor aspecto exterior na peça.

A imagem abaixo mostra melhor a bomba de combustível em detalhes, é uma imagem que baixei da internet e que me ajudou muito na hora de trocar o reparo (trocar o diafragma).
Bomba de gasolina Fusca 1200 (visão desmontada) Fonte: Imagens Internet.
Quando a bomba é retirada, ela possui seis parafusos em sua volta, assim que estes são retirados, a parte de cima se desencaixa da outra. Caso isto não ocorra, basta forçar com cuidado com uma chave de fenda, justamente no meio dela e pronto. Não tenha medo de manusear ela ainda, pois às vezes é necessário umas batidinhas nela para que as partes se soltem. Quando a bomba estiver aberta, redobre o cuidado para que nenhuma peça seja danificada.

Ao abrir a bomba de gasolina, use uma chave de fenda para destravar o interior, fazendo com que o diafragma seja liberado. Abaixo do diafragma existe uma abertura, basta desencaixar ele do pino de metal que fica dentro.


Diafragma com defeito.
Acima, é a foto do diafragma que tirei da bomba de gasolina, repare que o desgaste foi inevitável, e fazendo a troca desta peça, praticamente resolve-se o problema. Lembra da imagem das peças novas? Aquelas que eu comprei pela internet?
Veja qual mais se parece com essa.
Então... é justamente esta que precisa ser trocada, nenhuma mais. Exceto que você verifique as outras partes e perceba algum desgaste excessivo. porém as peças originais tem uma qualidade muito maior que as peças de hoje em dia (peças paralelas).
Basta fazer o mesmo encaixe, colocando o diafragma dentro da bomba e engatando o pino dentro do buraco no metal, na haste que fica para baixo, conforme podemos ver na foto abaixo, repare o lugar que desencaixa uma da outra.
Quando a peça de metal mais clara é puxada ela faz soltar o diafragma.


Depois que montar, coloque a parte de cima e prenda os seis parafusos, mas não aperte até a ultima volta ainda, pois deve certificar-se que o diafragma não está amarrotado, torto, ou fora da posição central. Vou explicar melhor: O diafragma trabalha para cima e para baixo, na hora de montar, a mola estará empurrando o diafragma para cima, então use uma chave de fenda para forçar a peça para baixo, da mesma forma que faz a função do pino que está no meio do baquelite, lá no bloco do motor. Fazendo isso, você garantirá que o diafragma não fique forçado para cima, na hora de apertar os seis parafusos. Depois de fechada basta fazer um teste com água mesmo.
Bomba de gasolina Fusca 1200 montada com reparo novo.
Depois basta colocar graxa na parte onde vai haver a junção mecânica entre o pino e a bomba, abaixo uma foto de antes e depois quando coloquei bastante graxa.

Sem graxa.
Nesta parte, não tenha dó de colocar graxa, pois aqui o atrito é inevitável. E é aconselhável que exista algo para lubrificar e proteger as peças durante o funcionamento. Veja como deve ser:

Com bastante graxa.

Depois basta colocar ela no mesmo lugar, não esqueça de trocar as juntas, não coloque muitas delas, creio que uma só basta, pois pode diminuir o percurso do pino que aciona a bomba. No meu caso eu tirei a antiga e coloquei uma da mesma espessura. Se você notar que o seu Fusca possuía duas juntas, verifique as espessuras e mantenha as duas também. Coloque a bomba no lugar e aperte de maneira igual os dois parafusos.


Colocando a bomba de gasolina no devido lugar.

Pronto, conecte as mangueiras de entrada e saída de gasolina e veja se a bomba ressuscitou com esta dica caseira de "como trocar reparo da bomba de gasolina do fusca". Abaixo a bomba em seu lugar, pronta para uso!

Bomba de gasolina Fusca 1200
Espero que eu tenha ajudado em algo, pois quando montei a bomba de gasolina, o meu mecânico disse que estava fácil para funcionar ele. No entanto, se eu não tivesse dedicado e colocado a mão na graxa, com certeza ainda estaria esperando uma bomba de gasolina nova chegar pelo Correio. Abaixo, uma foto do meu Fusquinha 66...
Fusquinha 66 do Jefferson Nunes.

quarta-feira, 30 de abril de 2014

O Abril foi curto.


Mas não era ontem o 1º de Abril?
Já passou?
Que dia é hoje?
Mesmo?!?

O mês de Abril já está fazendo as malas e esta noite vai "vazar na braquiara"... Parece que foi ontem o tal do dia da mentira, parece que foi ontem que começou o mês e na verdade hoje já é o ultimo dia do mês.
Para não deixar o mês de Abril passar em branco neste blog, resolvi postar a foto que tirei de um cartão postal, é uma Kombi que foi cortada ao meio e teve suas partes unidas, claro que tiraram uma boa parte dela. Isso aí para mim não é uma Kombi; é o mês de Abril que está de saída às 00:00 hs. Alguém fala para o mês de Maio, que não precisa andar com o pé no acelerador o tempo todo, senão daqui a pouco estarei com os meus cabelos grisalhos. Tchau Abril...


sexta-feira, 28 de março de 2014

Meu primeiro Opala (1983).

GM Opala Comodoro - 1983
VENDE-SE Opala Comodoro 83 original - R$4.000,00 (SEGUNDO DONO) IMPERDÍVEL!

Isto aqui não é um carro a venda... Eu já arrematei este anúncio em 2.005 (risos)... E eu não estou tão velho quanto parece, diante de tantas fotos de carros que já tive. As postagens que escrevo sobre minhas experiências com carros como Fiat 147, Fusca, Corcel I, não estão sincronizadas com o tempo que realmente aconteceram, a sequência de um para o outro está certa; mas meu primeiro carro foi um Opala 83. Todos ficaram apaixonados no meu carrão, foi um carro que não me deixou na mão e ainda ganhei um "cascalho" quando revendi ele.

Em 2.005 em comprei meu primeiro carro. Junta dinheiro daqui, empréstimo dali, vendi outra coisa de cá e lá fui eu na casa de um senhor de idade buscar meu presente. Naquele ano eu juntei R$4.000,00 e comprei meu primeiro Opalão. Fiquei muito entusiasmado e fui muito feliz naquela compra. Se alguém pensou que era barato na época, respondo que para mim não. Eu ganhava cerca de um salário e meio e com os descontos eu recebia em média R$420,00. Era quase 10 salários, teria que juntar dinheiro o ano todo sem gastar quase nada. O salário mínimo em 2.005 era R$300,00.

Comprei sem levar em mecânico, o antigo dono era muito cuidadoso. Paguei e fui embora dirigindo. No mesmo dia lavei, encerei e guardei. Foi muito admirado por meus colegas e tive várias propostas para vender. A única pessoa que sentou no banco do motorista para dirigi-lo, além de mim, foi o meu pai. Eu continuava com o mesmo zelo do antigo dono.

Depois de quase nove meses, já tinha passeado, viajado, empurrado (acabou a gasolina na avenida a noite) e curtido bem o carrão. Eu tive outras prioridades e resolvi então abrir mão desta belezura para ter um teto para morar. Foi justamente o dinheiro do carro que comprei materiais para cobrir a casa: lage, madeira, telhado, mão de obra.

Vendi meu primeiro carro em menos de um mês, abaixo a contabilidade:
Opala 83 (custo)............................R$4.000,00
Lâmpada queimada........................R$      3,00
Total:............................................R$4.003,00

Opala 83 (venda)...........................R$4.250,00
Lucro:...........................................R$  247,00
A primeira foto de cima foi do celular, em seguida de uma câmera digital. E para meu querido Opala que foi vendido para fora do estado eu digo: "Eu sempre vou lembrar de você".

sábado, 22 de março de 2014

Inocentes pagam por pecadores.

No ano de 2009 eu trabalhava em uma empresa de transporte de passageiros. Vários acontecimentos marcaram a minha memória e eu não consegui deixar isso apagar da minha mente. Foram cerca de três anos neste ramo; vi e ouvi muita coisa que para mim foram engraçadas, tristes, preocupantes e marcantes. Vai ser a primeira vez que escrevo sobre minhas experiências profissionais neste blog, tanto é que já exerço outra profissão bem diferente desta que vou relatar. Faz mais de cinco anos que isto aconteceu, porém vou compartilhar com vocês do blog.

A ordem da empresa de transporte era não deixar embarcar no veículo pessoas que não tivessem condições de pagar a passagem; ou seja, carona estava proibido. Eu nunca fui de facilitar as coisas para os usuários daquele serviço, pois meu emprego é que estava em jogo. Tantos eram os funcionários que faziam suas "cortesias" aos passageiros que a direção da empresa contratou pessoas para fiscalizar o serviço. Embarcavam como usuários do transporte, mas na realidade anotavam e gravavam tudo o que acontecia no interior do veículo, desde o nível de humor do funcionário até o tipo de conversa que acontecia ali.

De semana em semana ouvia-se dizer que um funcionário foi demitido, por conta de apontamentos do tal funcionário disfarçado de passageiro. Eu trabalhava sozinho naquele veículo e para mim, qualquer um que entrava era um "fiscal-secreto". De tudo, o que mais impressionou-me foi o caso de uma senhora de mais ou menos 55 anos, e o caso de uma mãe que parecia ter uns 30 anos.

Lá estava eu fazendo o trajeto quando uma senhora de idade embarcou. Ela disse que estava com uma cédula de R$50,00. Como não era comum ter troco para aquela quantia, eu pedi para que a mesma aguardasse e quando fosse desembarcar, verificaria se teria troco suficiente. O fato se repetiu duas vezes por semana. Na terceira semana que a mesma bondosa senhora adentrou o veículo eu já alertei: Caso não tivesse dinheiro trocado, não poderia deixar ela permanecer e a mesma deveria embarcar em outro veículo, afinal, nunca teria troco para aquela nota de 50. A senhora ficou nervosa e disse que eu seria obrigado a devolver o troco para ela, então de um modo cortês, ignorei o nervosismo dela e continuei o percurso. Quando chegou a hora da "mala" desembarcar; (desculpe) quando chegou a hora da senhora de 55 anos desembarcar, eu disse a ela que já estava com o troco suficiente e que ela poderia fazer o pagamento. Logo ela: arregalou os olhos, olhou para a direita, para a esquerda, engoliu seco, coçou a barriga e começou a mexer em uma bolsa de couro. Fuçando daqui e dali... Nada de achar o dinheiro.

Querido leitor, ninguém esconde uma nota de 50 reais tão bem escondido a ponto de nunca mais achá-la. A verdade é que a senhora da bolsa de couro não tinha a tal da nota e andou de graça por alguns dias comigo e com toda a empresa. Olhei para os olhos dela e disse de forma educada: "Amanhã quando for entrar no veículo, favor entrar com o dinheiro na mão". Não sei o que houve mas acho que ela pegou a condução errada na volta para casa, porque nunca mais vi a bondosa e "honesta" senhora da bolsa de couro.

Estávamos na empresa em uma reunião quando foram citados os nomes de funcionários que trabalhavam conforme orientações da empresa. O meu nome estava lá e desde aquele dia em diante, dediquei mais a cumprir determinações dela. Neste dia foi falado sobre passageiros que embarcavam e desembarcavam, porém o dinheiro da passagem ia para o bolso do funcionário, ao invés de ir para o caixa da empresa. O tema da reunião foi sério e saímos de lá preocupados... Preocupados em sermos confundidos durante o trabalho, ou mal interpretado... Algum agente secreto da empresa entender algo errado, ou sei lá o quê...

Outro dia, mudança de setor. Fazendo o trajeto do outro lado da cidade, estava ainda para conhecer as pessoas que eram comuns ali diariamente. Certa parada para embarque de uma mulher que carregava uma criança de colo... A porta abriu, ela nem entrou. Com um pé no degrau e o outro na calçada, olhou para mim, tentando enxergar-me, pois o sol estava ofuscando suas vistas. Com uma mão segurando a criança em seu braço, agarrou no suporte da porta e disse: "Moço, eu estou sem dinheiro hoje, eu estou sozinha na cidade e preciso voltar para casa, você pode me levar? Por favor?".

Parecia um reality show. Dias antes acabava de participar de um assunto deste tipo de acontecimento e justamente, exatamente isto acabava de acontecer. Com uma mão no volante, estendi a minha outra mão no câmbio e disse para ela: "Não tem como!". Expliquei como era a norma da empresa e que estaria arriscando meu emprego caso fizesse conforme havia pedido. Naquela hora ela olhou para mim, desta vez enxergando-me bem e disse: "Me ajuda, por favor..."
Mais uma vez eu disse que não poderia levar ela sem pagar passagem.

Naquela hora pensei que teria algum agente secreto da empresa, admirando meu trabalho e anotando em seu relatório que eu não descumpri nenhuma regra da empresa. Depois acreditei que aquela mulher com criança era uma espécie de arapuca para me pegar e depois isto ser o motivo de uma demissão. Eu estava muito empolgado com a oportunidade que a empresa havia me concedido e não queria arriscar meu emprego por nada. Mais uma vez disse "não" e ameacei arrancar com o veículo. Os olhos dela, olharam nos meus e eu vi, lágrimas brotarem do canto dos olhos e ela tentando segurar. Aquela mulher com um filho nos braços chorava por que não poderia ser ajudada. Meu coração imediatamente despedaçou e eu fiquei sem saber o que fazer.

E se fosse mais uma pessoa usando de má fé, como aquela senhora da nota de 50 reais?
E se fosse uma espécie de "pega" para a empresa me testar e futuramente dispensar?
E se tivesse um fiscal disfarçado dentro do veículo?
E se fosse verdade aquela situação e o fiscal também estivesse presenciando?
Eu simplesmente disse assim: "Só se tiver alguém aqui que queira pagar sua passagem..."
Naquela mesma hora levantou do assento uma jovem estudante que pagou a passagem para ela.
Ela adentrou o veículo chorando e tentando esconder sua vergonha, e eu fechei a porta e conduzi os passageiros até o destino com a minha cabeça baixa, pois havia me sentido como um carrasco.

Eu nunca contei isto para alguém, afinal de contas seria tachado como um bruto, ignorante, sem sentimentos... Sei lá... Mas o tempo foi passando e logo todos os funcionários foram adaptando-se as exigências da empresa. Hoje, andando pelas ruas, vi algo parecido e me lembrei. Não me culpo por aquele dia, afinal estava trabalhando. Uma coisa percebi, pelo menos neste dia os "inocentes pagaram pelos pecadores".

quarta-feira, 19 de março de 2014

6, 5, 4, 3, 2, 1... verso


Cidade que cresce,
Movimento que não obedece,
Pessoa que ensoberbece,
Acreditando que se enobrece,
Quando resta-lhe só uma prece,
E o amor desaparece...

Cidade que se constrói,
Saúde que se destrói,
Orgulho que lhe corrói,
Aqui não existe herói,
A ferida é que lhe dói...

Cidade de lugar não silencioso,
Onde agita o ambicioso,
Que distrai o atencioso,
Que exclui o precioso...

Cidade desta geração,
Ficarás um dia na ilustração,
Alegando qual comparação...

Cidade, faz parte do universo,
Finalizo no único verso...

Cidade que vive e não percebe o outro morrer...

Observando todas as tardes: o movimento, a correria, o vai e vem de pessoas, a agitação da vida, a corrida dos objetivos, o "voar" dos automóveis... Percebi que aqui o ser humano é apenas um ator coadjuvante. As pessoas nem se olham mais, nem se percebem mais, nem vivem mais...

domingo, 16 de março de 2014

Parando pra pensar parece pouco. Deitando pra dormir parece tanto.


Sinto um aperto no peito, uma vontade de estar perto novamente...
As vezes parece insuportável, parece que vai explodir no peito...
Um dia, em relação ao mês, parece pouco, um dia sem você parece muito...
Dói muito, mas não é aquela dolorida, é aquela sufocante, maltratante...
Agora sei o quanto é importante esbarrar nossos olhares pela casa...
De agora em diante, se eu puder abraçar, beijar, sentir, olhar...
Estarei fazendo isso constantemente, pois não quero mais sentir...
Sentimento de "recordação melancólica de pessoa ausente, distante".

quarta-feira, 12 de março de 2014

Como trocar reparo da bomba de gasolina do Fusca 1.200?

Como trocar reparo da bomba de gasolina?
"Trocar reparo da bomba de gasolina?"
"Como trocar reparo da bomba de gasolina do fusca 1.200?"
"Dicas sobre a bomba de gasolina do fusca 1.200?"

Bem amigos, em breve vou postar aqui, passo a passo como tirar a bomba de gasolina do Fusca 1.200 e fazer a troca dos reparos: diafragma, etc...
Assim que eu tirar as fotos do procedimento, colocarei a postagem no ar. Espero que assim possa ajudar a quem deseja colocar as mãos na massa em casa mesmo. Vocês (interessados) não perdem por esperar! Aguardem.

segunda-feira, 10 de março de 2014

Testando o vinagre.

Um dia, na atividade de servente de pedreiro em uma construção, na modalidade "trabalhando coletivamente para lograr um fim" mais conhecido como mutirão, ouvi um deles dizer: "Eu já vou parar por aqui, meu joelho foi pro vinagre..." Ora, eu pensei que o vinagre só entrava em cena quando os coadjuvantes eram o tomate e a folha de alface. Estando inteiramente enganado, descobri nesta semana passada que ele não foi feito para ser colocado como tempero nas folhinhas, mas que existem outras finalidades.

Um Fusca 1.966 ainda permanecia com algumas capas sobre os seus bancos, um cuidado excessivo do antigo dono que resultou na preservação do estofamento. O banco do veículo não ficou intacto como ele queria, mas preservou parte dele. Como resultado de algumas décadas o forro branco deu uma escurecida e algumas partes ficaram encardidas. Quando tirei as capas não acreditei que estava diante de um material com quase meio século de vida, precisamente quarenta e oito anos...

Então, falando com os meus botões (e com os botões do painel do 66)  fiz algumas perguntas: "O que usar para limpar os bancos?" e "como desencardir bancos brancos?"...  Em seguida: "O que fazer para tirar mancha dos bancos?"... Confesso que o meu questionário ficou pronto e lá fui eu tentar resolver.

Bucha com sabão em pó, bucha com sabão de barra, pano com querosene, pano com detergente... nada adiantava da forma que eu precisava, mas quando interroguei a minha esposa ela me disse: "Vinagre"... Eu fiquei duvidoso, mas na hora não dei muito crédito, talvez se eu tivesse perguntado: "O que eu vou colocar para tirar a acidez da cebola?"... A resposta viria na medida certa.

Logo inventei umas desculpas esfarrapadas para ter que ir ao supermercado, afinal de contas como eu iria dizer que queria ir lá, só para comprar vinagre? Seria criticado até começarem os jogos da copa. Então dei um jeito e fui parar lá no corredor que tem condimentos, ao longe avistei meu querido companheiro "vinagre". Retornando para casa, tirei os bancos do fusquinha e lá fui eu na missão impossível de temperar o banco, quero dizer, limpar o estofamento.

Minha surpresa foi tamanha que não parei no primeiro, tirei todos eles e comecei a limpar parte por parte, e tamanha foi a minha satisfação que faltava apenas um banco, quando me lembrei que além do Fusca eu tenho um blog. Resolvi tirar uma foto do banco antes e depois do vinagre, para auxiliar alguém que queira dar uma desencardida no estofamento. Tenho certeza que faz efeito em qualquer tipo de napa, couro ou sintético.

E no final, faltando apenas uma parte para limpar, puxei a esponja mais rápido o que fez respingar vinagre no meu olho verde. O ardor foi tanto que pensei que tinha rasgado o globo ocular. Levantei apressadamente, demorei alguns segundos para achar a torneira da pia e enfiei cabeça no rumo da pia, para a água escorrer pelo olho. Ainda bem que eu estava na cozinha de casa, imagina se estou lá na garagem? Até achar a torneira lá no canto... Outra coisa, só um amante de Fusca, tira os bancos e limpa-os na cozinha de casa.

Depois que o olho parou de arder, desliguei a torneira e voltei para minha tarefa. Não conseguia piscar direito e a cada minuto lacrimejava mais, parecia que eu estava vendo um final de filme romântico... (não que eu chore em filmes românticos, só uma vez quase chorei, mas foi quase, segurei e não chorei, verdade). Quando terminei não acreditava como aqueles bancos encardidos ficaram diferentes, apenas na parte do tecido não limpei, pois o tecido estava  bem ressecado e poderia rasgar; mas a parte branca melhorou muito. Agora recomendo vinagre para limpar bancos de automóvel, pois sei por experiência própria que o vinagre limpa mesmo! Além de saber que o vinagre limpa manchas encardidas do tempo, aprendi que não é só a "pimenta nos olhos dos outros é refresco", mas o vinagre também. Logo abaixo foto do banco do Fusca antes de ser limpo com vinagre e depois de ser "temperado".

Banco do Fusca antes do vinagre: encardido.

Banco do Fusca depois de limpo com vinagre - (parte branca)

Os dois bancos depois de limpo com vinagre.

segunda-feira, 3 de março de 2014

Raridades por onde passo VI.

Exercendo o meu direito constitucional de ir e vir, quase sempre encontro carros da década de 60, 70 e 80 circulando normalmente pelas ruas da cidade onde moro, e também de outras cidades. Eu e meu inseparável celular, registramos imagens destes saudosos, que são guerreiros e continuam a rodar normalmente, graças aos cuidados de seus donos.

GM Chevrolet - Caravan 
Caravan... acredito ser do ano 1979, aparentemente reformada a pouco tempo. Estava estacionada na porta de uma residência em um bairro mais distante do centro da cidade. Rico em detalhes originais como frisos nos vidros, volante grande e fino, tampa do tanque cromada... As rodas também são originais neste ano de fabricação. Existem dois tipos de reforma: A reforma convencional e o restauro. O restauro fica muito mais caro, e poucos sabem esta arte. A reforma convencional já é feita por um funileiro e pintor sem grandes especialidades na área. De toda forma, é uma satisfação ver um carro desses passando diante dos olhos, ou até mesmo estacionado.

GM Chevrolet - Veraneio


GM Chevrolet - Veraneio

Este carro sobreviveu até a década de 80, dando lugar a outros utilitários que na época eram mais modernos. Com o seu motor de seis cilindros, seu consumo na cidade era em torno de quatro quilômetros por litro de gasolina, e o consumo na estrada chegaria aos cinco quilômetros. Tudo dependia do pé do condutor e também do braço, afinal de contas para girar o volante todo de um lado para o outro era necessário umas seis voltas. Esta raridade estava estacionada em uma entrada de Supermercado, e sua lata é impecável.

O passat era tido como um carro mais estável pelo fabricante pois seu motor era montado um pouco mais a frente do eixo dianteiro, o que segundo eles, davam mais aderência dos pneus ao solo. Este Passat, estava estacionado em frente a um comércio, eu não resisti novamente e tive que registrar esta imagem. Conversando com o proprietário, ele disse que o carro sempre foi da família. Realmente o zelo conta muito.

VW - Passat 1978

VW - Passat 78 original

VW - Passat 78 original

E continuando as andanças, vi também estacionado em um hipermercado, outra raridade. Cada dia vemos menos deles circulando, e os que ainda persistem, se cruzar meu caminho vão parar aqui... Pelo menos a foto. Entre carros mais novos, o Opala não faz feio. Pelo menos para mim. Gosto é gosto, não é mesmo?!

GM Chevrolet - Opala 1979

GM Chevrolet - Opala 79

Lá do alto da casa do meu irmão, vi um fusquinha parado. Não tinha como não por a mão no bolso e tirar a foto, antes que o dono saísse com ele. Este também é rico em detalhes originais de fábrica. Esse modelo saiu entre 1968 à 1969. No entanto, em 1970,  foram produzidos dois modelos diferentes de Fusca. Sendo o modelo parecido com este chamado de "70 primeira série" ou "primeira edição", e outro modelo diferente chamado de "segunda série/edição".
Qual a diferença do Fusca 70 primeira série e o segunda série?
Na segunda série, mudou bastantes detalhes em relação ao primeiro como por exemplo: para-lamas, retrovisor interno, para-choque, lanternas, tampa do motor... Foram mudanças extremamente visíveis, não tem como confundir.
VW - Fusca original

E para finalizar o "Raridades por onde passo", postagem de nº 6, com chave de ouro... Uma raridade especial! Durante uma viagem, parei em um posto de combustível, adentrei o restaurante e repentinamente meu coração disparou, o calafrio na espinha apareceu... Eu nem acreditava no que estava dentro daquele lugar. Um Chevrolet Bel Air de 1.953. Até a placa é personalizada. Muito lindo este modelo, merece todo o destaque no restaurante e aqui também!
Chevrolet Bel Air - 1953

Chevrolet Bel Air 53

Chevrolet Bel Air - ano 53