sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

E agora? Que mancada!

No caminho para a casa da avó, os netinhos iam brincando e conversando pela rua enquanto a mãe pedia para que ficassem quietos. Não adiantava muito aquele pedido, afinal ir para a casa da avó era tudo de bom e a meninada estava eufórica e ansiosa para brincar com os primos e rever os tios... Naquela coisa de criança entre uma brincadeira e outra, lá ia passando um homem pedalando sua Caloi vermelha, modelo Barra Forte, tranquilamente sem pressa alguma e em pedaladas suaves e constantes. Jefferson e seus irmãos perceberam somente quando a bicicleta passou por eles, e naquela distração acreditaram ser um dos tios...

Enquanto seus irmãos chamavam pelo nome do tio que pensavam ser, lá ia o Jefferson correndo desesperadamente na frente e em uma manobra rápida e bem precisa, ele agarra na garupeira da bicicleta, apoiando-se para pular, na extrema confiança de ser o seu tio...

O coração estava disparado, afinal "deu uma carreira" atrás da bicicleta; e a respiração ofegante não permitia que ele conversasse com o ciclista que apenas se parecia com seu tio. Quando o homem virou o rosto para ver quem estava segurando sua bicicleta, ambos se assustaram. Não era o tio que ele esperava...

Jefferson não tinha fôlego para pedir desculpas e nem para começar a rir; voltou correndo para junto de seus irmãos que caminhavam na mesma direção e aquele acontecimento nunca foi esquecido, sendo a primeira mancada de sua vida.

Se esta foi a primeira mancada do garoto Jefferson, vale a pena escrever também sobre a última mancada, (pelo menos até o presente momento) mais precisamente nesta quarta-feira passada...

Estando a caminho do trabalho, eu conduzia a moto no sentido Centro, e no sentido oposto, de bicicleta (pra variar), do outro lado da pista, pedalando de forma muito esforçada, estava um homem de calça preta e camisa branca, traje social... Em qualquer situação eu apostaria todas as minhas fichas que era meu amigo Ronaldo...

Buzinando em pequenos toques consecutivos, olhei para ele, vi que olhou também, percebi que ele levantou a mão como estivesse me reconhecendo, então esperei o primeiro retorno e voltei para conversar com ele. Cheguei buzinando e falando um pouco alto e quando vi o rosto do Ronaldo... Não era o Ronaldo!

O homem da bicicleta estava usando um uniforme de uma empresa parecido com o que usávamos e era muitíssimo parecido com o meu amigo, então expliquei tudo para ele, que demonstrava estar bastante cansado e suado de tanto pedalar. Fiquei com pena por ter que perder o embalo de sua bicicleta (parecia Barra Forte), para ouvir minha explicação do engano. Despedimos e no caminho fui rindo até chegar no trabalho... Se eu pudesse ver minha cara no momento exato da hora em que olhei para o homem, acho que seria mais ou menos assim:

Situações engraçadas acontecem com qualquer um e depois que tudo passa, ficamos rindo de nós mesmos. Se você tiver alguma história parecida com essa ou alguma mancada extra; escreva aqui no comentário. O importante é rir!

4 comentários:

  1. Nossa como é engraçado determinadas situações que acontecem com a gente...Comigo já aconteceu isso algumas vezes também, e com certeza devemos rir sim, pois é uma situação meio embaraçosa e engraçada ao mesmo tempo. Mas o que realmente importa é rir....pra não chorar...kkkkkk

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  2. kkkkkkkk com certeza o homem pensou que trombadinha é esse meu DEUS kkkkkkk

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  3. Saindo da Faculdade à noite, sentei-me no penúltimo banco do coletivo ao lado de um colega de classe. Como haviamos perdido o ônibus, optamos como outra maneira de chegar em casa o referido ônibus. De repente no trajeto meu colega olha para traz e diz: Olha é o Manoel... Eu olhei para traz e desejei um boa noite para o "Manoel". Nisto ele começou a rir, pois se tratava da linha: Manoel Mendes, o ônibus vinha logo atrás do nosso, dava para ver pelo vidro traseiro do ônibus. E eu, pensei que Manoel era o cara que estava atrás de nós. Rachei o bico de rir!

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  4. Certa vez eu perdi a chave do carro dentro do shoping, saí correndo em direção ao local que meu carro estava, por coincidência tinha um carro idêntico quase ao lado, pensei: É o cara que achou a chave e tá levando meu carro. Gritei: Para aí seu filho da #### e quando o sujeito me olhou assustado percebi que o carro dele era quatro portas e que o meu estava logo ao lado. Que vergonha, que vergonha. A chave estava na recepção do supermercado e a anunciante chamando meu nome. Minha cara ficou igual a ilustração acima. O importante é rir mesmo.

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