domingo, 11 de setembro de 2011

Ao escutar o relógio...

Quem consegue saber ou entender sobre o que rege no intervalo dos segundos?
Quem faria aferição e diria que o segundo não é autêntico?
Talvez seu intervalo seja exagerado ou miserável...

Diria eu que o segundo em questão, tão somente se torna exagerado em situação de extrema saudade...
Diria também que seria miserável em plenos momentos ao lado de um grande amor...
Se ele se torna exagerado ou miserável; não sei classificar...

O amante acharia miserável; o sofredor acharia exagerado.
As somas destes pequenos espaços de tempo, dão lugar ao instante, que em sua somatória resulta em tempo. Mas quem seguraria o tempo? Quem o apressaria?

Segundos, minutos, horas, dias, semanas,  meses, anos, décadas, séculos, milênio...
O topo talvez seja isto, o milênio... Mas de qualquer forma ele se sustenta no segundo.
O gigante milênio se constrói em muitas etapas do segundo.
Quem calcula isto? Quem diria se o barulho do ponteiro do segundo trabalha justamente?
 Calculam-se os séculos, mas quem constrói é o segundo.

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